Cinco automóveis elétricos que circularão no Brasil até 2019

As grandes montadoras de veículos já se posicionam no grid e se preparam para dar a largada no mercado do automóvel elétrico no Brasil.

As empresas aguardam apenas o sinal verde do governo, principalmente a prometida redução de 25% para 7% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos elétricos.

Elas querem também que o programa Rota 2030 garanta o mesmo nível de incentivos do regime automotivo Inovar Auto, que venceu no dia 31 de dezembro.

Dificilmente o Rota 2030 terá a mesma generosidade tributária do programa que o antecedeu.

Mas o corte do IPI para 7%  – mesma faixa dos automóveis convencionais 1.0 – é esperado para os próximos dias.

Veja alguns dos modelos de automóveis elétricos que poderão estar nas ruas brasileiras a partir de 2019:

Leaf, a aposta da Nissan para o mercado do veículo 100% elétrico no Brasil

1-Nissan Leaf

É a grande aposta da Nissan para o mercado brasileiro, a partir de 2019. O Leaf já é o carro elétrico mais vendido do mundo, com mais de 200 mil unidades.

É totalmente elétrico, com baterias entre 40 kwh e 60 kwh, que garantem autonomia entre 240 km e 320 km. A potência chega a 150 cv.

O preço deverá ficar em torno de R$ 130 mil, dependendo do formado do futuro regime automotivo brasileiro.

Bolt pode ser o primeiro automóvel totalmente elétrico das “quatro grandes”

2-Chevrolet Bolt

O hatch elétrico da General Motors é o lançamento mais importante das “quatro grandes” montadoras brasileiras.

É totalmente elétrico, alimentado por baterias LG posicionadas no assoalho, que garantem autonomia de 380 km, potência de 203 cv e aceleração de 0 a 100 km em 7 segundos.

A recarga completa das baterias pode ser feita em até 9 horas, com um carregador ligado a uma tomada de 240 volts.

Nos Estados Unidos, o preço varia entre US$ 30 mil e US$ 37 mil. No Brasil, deverá ficar acima de RS$ 130 mil.

Versão elétrica do Kwid está sendo desenvolvida na China

3-Renault Kwid

Um novo modelo do Renault Kwid, é a aposta da montadora francesa para o primeiro carro elétrico “popular” do Brasil.

A versão elétrica do Kwid está sendo desenvolvida na China e poderá chegar ao Brasil em 2019.

A montadora quer chegar a um preço próximo ao do Kwid convencional, lançado em julho de 2017: em torno de R$ 40 mil.

A aliança estratégica Nissan-Renault – recentemente reforçada pela Mitsubishi – tem planos de lançar até 12 modelos elétricos nos próximos seis anos, segundo o CEO Carlos Ghosn.

Prius: o híbrido pioneiro da Toyota, em versão flex desenvolvida na USP e UNB

4-Toyota Prius Flex

A novidade da Toyota é a possibilidade de o seu modelo Prius ser lançado no Brasil com um motor híbrido flex (a etanol e gasolina).

Segundo o UOL, o projeto está sendo desenvolvido em conjunto com as universidades de São Paulo (USP) e de Brasília (UNB).

Dependendo do Rota 2030, o Prius tanto poderá ser produzido no Brasil quanto continuar sendo importado do Japão – já na versão flex.

Lançado pioneiramente no Japão em 1997, o Prius é o primeiro híbrido comercializado no mundo, e está na quarta geração.

O atual Prius híbrido tem potência combinada de 98 cv e autonomia que pode superar os 700 km, graças à frenagem regenerativa das baterias.

O desempenho não é brilhante (de 0 a 100 km em 12 segundos), mas seu grande atrativo está na economia de combustível (18 km/l.

O preço básico fica em torno de R$ 126 mil.

Volks e-Golf: o líder de vendas de elétricos na Europa pode chegar em 2019

5-Volks e-Golf e GTE

A Volkswagen anuncia para 2018 ou 2019 a importação do e-Golf, dependendo das futuras regras do Rota 2030.

É um modelo já consagrado na Europa, onde liderou as vendas de elétricos na Noruega em 2017, ano em que os veículos movidos a energias renováveis passaram dos 50% do mercado total do país pela primeira vez.

Segundo a montadora, o e-Golf tem potência de 136 cv, velocidade máxima de 150 km/h e autonomia de até 300 km. O desempenho é razoável: de 0 a 100 km em 9,6 segundos.

Nos Estados Unidos, o e-Golf é vendido ao preço básico de US$ 31,3 mil (R$ 99 mil). Na Europa, chega a 40,4 mil euros (R$ 158 mil),  sendo que a versão híbrida GTE chega a 44,7 mil euros (R$ 175 mil).

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  1. Frederico says:

    Isso é brincadeira com brasileiro já deveria ter carro elétrico desde 2010 e até hoje não sai do papel por causa da CEI pocrisia desses ministros desses governos que aí estão sempre errado e sem burocracia esse Supremo Aterrado Igor o cla Sia Aterrado em coisas ruins .Câmara e Senado está para legislar para à nação coisa que não acontece, só em prol deles próprio e por isso quê o Brasil virou um lixo de ticas de justiça legislativo é excutivinho de foça ……

  2. Maurício says:

    Só no Brasil que os preços e absurdamente caros .
    Já basta a roubalheira.
    E os impostos mega caro,acho melhor muda e de país mesmo.
    Além de lar a pessoa ser valorizado e ser bem remunerado.
    Salário é ótimo.fica a dica.país de ladrões.
    #brasil

  3. samuelcampos says:

    .

    A COISA VAI FICAR TRAVADA PELOS POLÍTICOS, ATÉ ELES DESCOBRIREM UM MEIO,

    DE SOBRETAXA A LUZ DO SOL, QUE IRÁ ALIMENTAR, OS VEÍCULOS SOLARES

    ELÉTRICOS !

    SOLBRAS OU pSOL ? ! !

  4. Júnior Hintemann says:

    Sonha Alice no país das maravilhas! – Só para quem acredita em papai Noel e em cavalo com chifres que esses carros ficarão com preço acessíveis ao povão. Existe uma quadrilha de corruptos ainda nos governos, além de empresas ligadas aos setores petrolíferos, amarradas ao passado. A tecnologia chegou aos carros e agora não resta mais nada a fazer a não ser desburocratizar , melhor dizendo, desobstruir os caminhos que estão trancados para que as coisas fluam nesse país. Com a licença da palavra: “Egui Tesla, Edson e toda a galera de cientistas envolvidos nessa maravilhosa construção!”

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