2017 janeiro

30 janeiro 2017
Comentários 0

ABVE defende crédito do Refrota para ônibus elétrico

30 janeiro 2017, Comentários 0

A Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) defende que uma parte do crédito do programa Refrota 2017 destine-se ao financiamento de ônibus urbanos elétricos, puros ou híbridos. Segundo a ABVE, o Refrota é “uma grande oportunidade para o País ampliar significativamente a participação da matriz energética sustentável, não poluente, na frota nacional de transporte coletivo”. O Refrota 2017 é um programa de financiamento de compra de 10 mil ônibus urbanos novos para empresas de transporte interessadas em renovar até 10% de suas frotas. O programa foi lançado no dia 13 de dezembro de 2016 pelo presidente Michel Temer. A linha crédito de R$ 3 bilhões, com recursos do FGTS, ficará sob responsabilidade do Ministério das Cidades. A nota oficial da ABVE, divulgada no dia seguinte ao lançamento, é assinada pelo presidente da entidade, Ricardo Guggisberg, e pela vice-presidente do segmento de Pesados, Iêda M. A. de Oliveira, também diretora da Eletra. Leia a íntegra: A Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) saúda a oportuna iniciativa do Governo Federal, anunciada nesta terça-feira (13/12/16) pelo Presidente da República, Sr. Michel Temer, de lançar um programa de renovação da frota de ônibus urbanos no País – o Refrota 2017. A decisão de disponibilizar um crédito de R$ 3 bilhões para produzir 10 mil veículos novos é um passo concreto para a retomada do desenvolvimento econômico e uma prova de que as vicissitudes políticas não impedirão o Governo de cumprir a sua agenda de prioridades. Para a ABVE, o Refrota 2017 é também uma grande oportunidade para o País ampliar significativamente a participação da matriz energética sustentável, não poluente, na frota nacional de transporte coletivo. Num momento em que os prefeitos eleitos se preparam para assumir seus postos, a ABVE entende que a iniciativa do Governo pode e deve estimular o urgente debate sobre o papel dos ônibus elétricos e híbridos na modernização do transporte e na melhoria da qualidade de vida nas cidades. Para tanto, defende que parte do financiamento anunciado destine-se a veículos ambientalmente sustentáveis, por meio de regras claras e debatidas com empresas, poderes públicos e a sociedade em geral. Cabe mencionar que a iminente renovação das concessões de operação do transporte urbano está na agenda de muitos dos futuros prefeitos – por exemplo, o de São Paulo, a maior metrópole do País. E é preciso lembrar que os riscos crescentes para a saúde pública da insistência no uso de combustíveis fósseis nos transportes também são atestados por inúmeros pesquisadores. Com a iniciativa do Governo Federal, portanto, estão reunidas as condições adequadas para fazer avançar rapidamente a agenda da sustentabilidade ambiental no Brasil. Como entidade que representa toda a cadeia produtiva do veículo elétrico e híbrido no Brasil, a ABVE sabe do potencial da indústria nacional para responder àquele desafio e se coloca à disposição do Governo Federal para apresentar suas propostas e contribuir para o aprimoramento do Refrota 2017. RICARDO GUGGISBERG, presidente – IÊDA DE OLIVEIRA, vice-presidente de Pesados                              


30 janeiro 2017
Comentários 0

Acordo de Paris: 100 milhões de veículos ‘verdes’ até 2050

30 janeiro 2017, Comentários 0

A Declaração de Paris, de dezembro de 2015, traçou uma meta global de 100 milhões de veículos elétricos (VE) em circulação em todo o mundo até 2050. Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), o mercado de veículos movidos a combustível não fóssil tende a crescer significativamente a partir da Conferência Sobre Mudanças Climáticas (COP 21), realizada na França. A COP 21 foi a mais ambiciosa iniciativa das Nações Unidas para controlar o aquecimento global. A maioria dos países signatários do Acordo de Paris – entre eles, Estados Unidos, China e Brasil – assumiu compromissos de corte das emissões de gases do efeito estufa. O objetivo é reduzir o ritmo de aumento do aquecimento global para menos de 2º graus centígrados nas próximas décadas. METAS NACIONAIS Muitos países anunciaram metas concretas de mudança da matriz de combustível do transporte público e particular. Áustria, Dinamarca, França, Holanda, Portugal e Reino Unido declararam que pretendem ter uma frota de veículos elétricos superior a 10% da frota total de cada país, até 2020. China, Alemanha, Irlanda, Japão e oito estados americanos (Califórnia, Connecticut, Maryland, Massachusetts, Nova York, Oregon, Rhode Island e Vermont) assumiram o compromisso de chegar a um estoque de VEs entre 5% e 10% dos respectivos totais, em 2020. Os países escandinavos – sempre na liderança dos programas de sustentabilidade ambiental – foram os mais radicais. Dinamarca, Noruega e Suécia fixaram a ambiciosa meta de plena descarbonização de suas economias até 2050 – portanto, mudando a matriz energética não apenas dos transportes. Finlândia comprometeu-se com 80%. PROJEÇÕES A Declaração de Paris projeta uma frota global de 20 milhões de VEs em 2020, de 40 milhões em 2015 e de 100 milhões em 2050. Já o cenário da Agência Internacional de Energia é mais ambicioso. Para atingir a meta de até 2ºC de aquecimento global, a agência da OCDE projeta uma frota de 20 milhões de VEs em 2020, de 60 milhões em 2025 e de nada menos do que 140 milhões em 2050. Ainda que não sejam alcançadas exatamente conforme as previsões, o impacto dessas metas já representa um portentoso desafio para as lideranças políticas de todos os países e uma imensa oportunidade para a economia global. Uma oportunidade que países como o Brasil – com seu amplo mercado de transporte e invejável potencial de geração de energia elétrica – deveriam começar a aproveitar já a partir de hoje.


30 janeiro 2017
Comentários 0

China já supera Estados Unidos em transporte elétrico

30 janeiro 2017, Comentários 0

A China é hoje o mercado mais dinâmico no mundo para veículos elétricos, superando os Estados Unidos. A informação é do relatório Global EV Outlook 2016, da Agência Internacional de Energia (IEA), divulgado no final do ano passado. Embora a frota total dos EUA ainda seja superior à da China (404 mil VEs, contra 312 mil), o país asiático superou seu rival em vendas de carros elétricos em 2015, com 207 mil novos registros contra 114 mil. Juntos, os dois países respondem por mais da metade do mercado mundial, com uma participação de 700 mil unidades no estoque global de 1 milhão 260 mil VEs. ÔNIBUS Ainda segundo o relatório IEA,  a China tem também a maior frota de ônibus elétricos do mundo, com 173 mil unidades (2015). A meta do governo é chegar a 200 mil em 2020. O país asiático é também, e por larga margem, o líder mundial do mercado de motocicletas e ciclomotores elétricos, com uma frota estimada (as estatísticas são imprecisas) em 200 milhões de unidades. Esse número gigantesco explica-se pelos rígidos esforços das autoridades chinesas de tentar controlar a poluição atmosférica nos centros urbanos. Essa política resultou no banimento sumário de motocicletas convencionais na maioria das grandes cidades.


30 janeiro 2017
Comentários 1

Mais de um milhão de veículos elétricos já circulam no planeta

30 janeiro 2017, Comentários 1

O crescimento exponencial do mercado do veículo elétrico nos países mais desenvolvidos do mundo é uma das megatendências do século 21, com poder de mudar radicalmente o ambiente urbano das grandes cidades e o perfil da economia global nas próximas décadas. Desde que a Agência Internacional de Energia (IEA) – organização vinculada à OCDE – lançou a Iniciativa pelo Veículo Elétrico, em 2009, com apoio de 16 países, a frota mundial de carros movidos a combustível não fóssil multiplicou-se por cem no período 2010-2015. Segundo o último relatório da IEA (Global EV Outlook 2016), o estoque mundial de carros elétricos chegou a 1 milhão 260 mil no final de 2015 – um aumento de 70% sobre o ano anterior. O carro elétrico já supera a barreira de 1% da frota nacional de veículos em sete países, entre eles China (1%), Reino Unido (1%) e França (1,2%). Na Noruega, o veículo elétrico representa nada menos do que 23% do mercado local. Na Holanda, chega a 9,7%. Na Suécia, a 2,4%. No primeiro semestre de 2016, a comercialização de carros elétricos em toda a Escandinávia (Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia) atingiu 5% das vendas totais de veículos. Embora seus mercados sejam pequenos, os países nórdicos são, hoje, os líderes mundiais em soluções ambientalmente sustentáveis para suas economias. A participação do carro elétrico também é crescente em grandes mercados como Estados Unidos (0,7% da frota em 2015), Alemanha (0,7%) e Japão (0,6%). Em Portugal, chega a 0,7%. Em 2015, 550 mil veículos elétricos (VE) foram vendidos nos 40 países cobertos pelo relatório da IEA, que representam 98% do mercado global de VEs (Brasil e América Latina não estão incluídos). Aqui, a integra do relatório da IEA (em inglês).      


24 janeiro 2017
Comentários 0

Web Carros Elétricos

24 janeiro 2017, Comentários 0

Grupo liderado por Itaipu desenvolve carro elétrico Empresas do setor de energia se anteciparam às montadoras e estão desenvolvendo, no Brasil, veículos elétricos que podem ser abastecidos na tomada. Em países como Estados Unidos e Japão a iniciativa partiu da indústria automobilística, preocupada com o avanço do preço do petróleo. No mercado brasileiro, um grupo liderado pela hidrelétrica Itaipu Binacional deve lançar o primeiro carro movido a eletricidade até o fim do ano. A demanda inicial é pequena e será destinada exclusivamente para frotas das próprias empresas de energia, como Eletrobrás e CPFL, que encomendaram seis veículos. A Itaipu pretende agregar à sua frota 26 carros e a KWO, dona de usinas hidrelétricas na Suíça, pediu 4 unidades. Clique aqui para ler a matéria completa no Web Carros Elétricos.